Se você chegou aqui depois de ouvir que a gestação parou, sinto muito. Antes de qualquer explicação sobre procedimento, a informação que mais importa e que quase ninguém diz na hora certa: perda precoce quase sempre acontece por uma alteração aleatória do próprio embrião, desde o começo, e não por algo que você fez, comeu, carregou ou deixou de fazer.

Dr. Héctor Burbano
Ginecologia, Obstetrícia e Medicina Fetal
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Escolher quem vai acompanhar uma gestação é decisão de confiança, e confiança não se promete, se conta. Estas são experiências de quem já fez essa escolha, escritas por elas mesmas.
Uma experiência sensacional! Diferente de tudo que ja fizemos antes. Uma atenção, cuidado, tecnologia de ponta, conhecimento dos profissionais que passa segurança! Nosso primeiro filho fomos atendidos pelo Dr Héctor e agora no nosso segundo fizemos questão de voltar aqui por toda a experiência que tivemos da última vez
Experiência única para uma gestante. Médico atencioso, cuidadoso, profissional nota um milhão. Todo pré natal com ele, todos morfológico sempre muito empático, qualidade dos aparelhos os melhores do Brasil. Inteligente, humano. Recomendo!!!
Fui à clínica Med Fem e a experiência foi sensacional. Toda a equipe foi muito gentil e atenciosa conosco, tive total clareza com os meus exames e muito bem acolhida com o Dr Hector.
Chegamos à clínica na 21ª semana de gestação, vivendo uma situação extremamente difícil e buscando atendimento com equipamentos de última geração e um profissional especializado em Medicina Fetal. Apesar de o prognóstico não ser dos melhores, fomos, acima de tudo, **acolhidos** — e, em momentos difíceis, isso vale tanto quanto as próprias soluções. Hoje, estamos entrando na 32ª semana e, em uma reviravolta abençoada, nossa menina está crescendo e progredindo como em uma gestação normal. Obrigado, Dr. Hector, pela simpatia, cordialidade e competência. Você e toda a equipe serão sempre lembrados com muito carinho e gratidão.
Sempre muito atencioso e profissional! Dr. Hector é excelente! Os pais poderem ver a criança com tanto detalhe e informações é um diferencial único!
Mostramos as mais recentes, sem escolher as melhores.
Essa é a primeira coisa a ser dita, porque é a que fica.
A maior parte das perdas no início da gestação acontece por alterações cromossômicas que surgem no momento da formação do embrião. São aleatórias, não são herdadas de ninguém e não poderiam ter sido evitadas. O corpo interrompe uma gestação que não tinha como seguir, e isso acontece antes de qualquer coisa que você tenha feito naquele dia.
Trabalhar, viajar, ter tido relação, carregado peso, tomado um susto, discutido, dormido pouco, tomado café: nada disso causa perda gestacional precoce. Se alguém sugeriu o contrário, estava errado.
A perda no início da gestação é muito mais comum do que se imagina, e parece rara só porque quase ninguém conta. Você provavelmente conhece várias mulheres que passaram por isso e nunca souberam que passaram juntas.
As situações mais frequentes são estas, e várias delas você deve ter ouvido em palavras técnicas sem tradução.
Nem toda situação dessas leva a procedimento. É por isso que o bloco seguinte existe, e ele é a informação que mais falta nesse momento.
Muita mulher recebe a indicação de curetagem como se fosse a única possibilidade, e na maioria dos casos de perda precoce ela não é.
Existe a conduta expectante, que é aguardar o próprio corpo completar o processo, com acompanhamento e prazo definidos. Existe a conduta medicamentosa, com remédio que auxilia o esvaziamento, evitando o centro cirúrgico. E existe a conduta cirúrgica, que é indicada quando há sangramento importante, sinais de infecção, quando as anteriores não funcionaram, ou quando é a sua preferência depois de conhecer as opções.
Essa última parte importa e costuma ser esquecida: a sua preferência conta. Há mulheres para quem esperar dias é insuportável, e há mulheres para quem o centro cirúrgico é o que assusta. Nenhuma das duas está errada, e as duas devem ser ouvidas.
Também existe mais de uma técnica cirúrgica para o esvaziamento uterino, com diferenças reais entre elas em desconforto e recuperação. A diferença importa o bastante para ter um bloco próprio, logo abaixo.
AMIU é a sigla de aspiração manual intrauterina. Em vez da cureta, o instrumento que dá nome à curetagem tradicional, a AMIU usa uma cânula fina acoplada a uma seringa que gera vácuo, e o esvaziamento acontece por aspiração delicada, sem raspagem da parede do útero.
Na perda precoce, quando o caso permite, a AMIU é a técnica preferencial nas recomendações atuais, inclusive da Organização Mundial da Saúde e da FEBRASGO. Os motivos são práticos: costuma ser mais rápida, permitir anestesia mais leve, ter recuperação mais curta e ser mais delicada com a parede uterina.
O Dr. Héctor realiza as duas técnicas. Qual se aplica ao seu caso depende de fatores como a idade gestacional e as condições do colo e do útero, e essa escolha é explicada para você na avaliação, antes de qualquer decisão. Não existe técnica melhor em absoluto: existe a técnica adequada ao seu caso, e você tem direito de saber qual será usada e por quê.
É feito com anestesia, então não se sente dor durante. Costuma ser rápido, e na maioria dos casos a alta acontece no mesmo dia.
Nos dias seguintes é esperado sangramento parecido com uma menstruação, que vai diminuindo, e cólicas leves. A orientação é evitar relação, absorvente interno e piscina por um período definido. Febre, sangramento intenso ou dor forte não fazem parte do esperado e pedem contato imediato, e isso vai por escrito, com telefone.
A menstruação costuma retornar dentro de algumas semanas, e o retorno é agendado para confirmar que o útero está bem antes de você seguir a vida.
Esta é a pergunta que quase ninguém consegue fazer em voz alta na consulta, e é por isso que ela tem bloco próprio.
Na grande maioria dos casos, sim. O procedimento não retira o útero nem os ovários, e a fertilidade é preservada. A imensa maioria das mulheres que passa por uma perda precoce engravida depois e tem gestação normal.
Existe uma complicação rara em que se formam aderências dentro do útero, e é justamente uma das razões pelas quais a técnica escolhida e a delicadeza de quem executa importam. É rara, tem tratamento, e o retorno pós-procedimento existe também para acompanhar isso.
Sobre quando tentar de novo: a orientação varia conforme o caso, e é conversada no retorno. E vale dizer o que ninguém diz: não existe prazo certo para estar pronta emocionalmente, e esse prazo é seu.
Quando a próxima gestação vier, avise no primeiro contato do pré-natal que houve uma perda anterior. Isso muda o acompanhamento desde o começo, geralmente com um ultrassom de viabilidade mais cedo, que é o que costuma trazer alívio nas primeiras semanas.
Depois de uma perda isolada, a investigação extensa em geral não é indicada, porque a causa mais provável já é conhecida e é aleatória. Isso pode parecer frustrante, mas é o que a medicina sabe.
Quando há perdas de repetição, o cenário muda e existe investigação estruturada, que avalia questões hormonais, imunológicas, anatômicas do útero e cromossômicas do casal. Se é o seu caso, essa conversa precisa acontecer, e ela não é a mesma coisa que a conduta do momento.
Em situações selecionadas, o material do próprio procedimento pode ser enviado para análise genética, o que às vezes responde à pergunta que fica. Isso é conversado caso a caso, e tem relação com o que se explica na página de cariótipo fetal e aconselhamento genético.
O Dr. Héctor é ginecologista e obstetra, e o procedimento faz parte das cirurgias ginecológicas que ele realiza, em ambiente hospitalar, nas unidades onde ele atende.
O consultório é também centro de ultrassonografia, o que nesse contexto tem uma consequência prática: a confirmação por imagem acontece no mesmo lugar, sem você precisar atravessar a cidade e repetir a sua história para mais alguém.
E uma coisa que precisa ser dita sobre esse momento: você tem direito a informação clara, a tempo para decidir quando não é urgência, e a não ser tratada como um caso comum de agenda. Se não tiver sido assim onde você está sendo atendida, procurar outra opinião é legítimo.
O atendimento é particular, e o consultório emite nota fiscal para você solicitar reembolso ao seu plano. Os valores são informados pelo WhatsApp.
Se houver urgência clínica, como sangramento intenso ou febre, procure atendimento imediatamente, sem esperar retorno de mensagem.
Consulta na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com agendamento pelo WhatsApp.
Não. A maior parte das perdas no início da gestação acontece por alterações cromossômicas aleatórias, surgidas na formação do embrião, que não poderiam ter sido evitadas. Trabalhar, viajar, ter relação, carregar peso, tomar um susto ou dormir mal não causam perda gestacional precoce.
Não. Em boa parte dos casos de perda precoce existem alternativas: a conduta expectante, que aguarda o corpo completar o processo com acompanhamento, e a medicamentosa, que evita o centro cirúrgico. A cirúrgica é indicada quando há sangramento importante, sinais de infecção, quando as outras não funcionaram, ou quando é a sua preferência depois de conhecer as opções.
O procedimento é feito com anestesia, então não se sente dor durante. Nos dias seguintes é esperado sangramento parecido com uma menstruação e cólicas leves. Dor forte, febre ou sangramento intenso não fazem parte do esperado e pedem contato imediato.
É a aspiração manual intrauterina: uma técnica de esvaziamento uterino que usa uma cânula fina acoplada a uma seringa de vácuo, sem raspagem da parede do útero. Quando o caso permite, é a técnica preferencial na perda gestacional precoce nas recomendações atuais, por ser mais delicada e ter recuperação mais curta. O Dr. Héctor realiza a AMIU e também a curetagem tradicional.
Nenhuma das duas é melhor em absoluto. A AMIU costuma ser a preferida na perda precoce quando as condições do caso permitem, pela anestesia mais leve, pela recuperação mais curta e pela delicadeza com a parede uterina. A curetagem continua sendo a indicação em outras situações. A escolha depende da idade gestacional e da avaliação, e é explicada para você antes de qualquer decisão.
Na grande maioria dos casos, sim. O procedimento não retira o útero nem os ovários e a fertilidade é preservada. A imensa maioria das mulheres que passa por uma perda precoce engravida depois e tem gestação normal. Existe uma complicação rara de aderências dentro do útero, que tem tratamento e é acompanhada no retorno.
A orientação clínica varia conforme o caso e é conversada no retorno. E vale dizer o que raramente é dito: não existe prazo certo para estar pronta emocionalmente, e esse prazo é seu, não da agenda de ninguém.
Depois de uma perda isolada, a investigação extensa em geral não é indicada, porque a causa mais provável é aleatória e já conhecida. Quando há perdas de repetição, existe investigação estruturada, e essa conversa precisa acontecer. Em situações selecionadas o material do procedimento pode ser enviado para análise genética.
Na maioria dos casos não: o procedimento costuma ser rápido e a alta acontece no mesmo dia. O tipo de anestesia e a necessidade de internação são definidos na avaliação, conforme o seu caso.
O acompanhamento será, e isso costuma trazer alívio. Avise já no primeiro contato do pré-natal que houve uma perda anterior: em geral se antecipa o ultrassom de viabilidade, para confirmar mais cedo o que você vai querer saber. Ninguém pode prometer desfecho, mas dá para reduzir o tempo que você passa no escuro.
Atendimento na Barra da Tijuca, com o mesmo médico do início ao fim do acompanhamento. Fale diretamente pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes de marcar.
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