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Menopausa e climatério: sofrer não é da idade, e não é para aguentar calada

Provavelmente você já ouviu que é normal, que passa, que é coisa da idade. Essa frase encerra a conversa antes de ela começar e deixa você sozinha com um corpo que mudou sem avisar. O climatério é uma fase que tem explicação, tem investigação e tem conduta, e a primeira coisa que muda aqui é que alguém escuta a lista inteira antes de responder qualquer coisa.

Dr. Héctor Burbano · CRM-RJ 1147846 · RQE nº 51467 em Ginecologia e Obstetrícia

Quem já confiou essa fase a ele

Escolher quem vai acompanhar uma gestação é decisão de confiança, e confiança não se promete, se conta. Estas são experiências de quem já fez essa escolha, escritas por elas mesmas.

4,9de média em 218 avaliações públicas no Google
Isabela Ribeiro dos Santos Almada
9 meses atrás
★★★★★
Meu marido eu escolhemos a Medfem muito por conta do material de divulgação e dos comentários muito positivos, então nada mais justo participar agora, hehe. O ambiente da clínica é muito acolhedor, assim como a Fernanda, que nos recepcionou maravilhosamente bem, tanto pelo whatsaap quanto presencialmente. Fomos atendidos no horário pelo doutor Hector, profissional competente e muito simpático, nos deixou super à vontade. E o exame foi demorado pq minha bebê não queria colaborar muito em aparecer, mas ainda assim ele teve o jeito e muita paciência para conseguirmos concluir. Recomendaria de olhos fechados, o preço é ótimo e vale super a pena a lembrança. Fiz ontem meu exame e ontem mesmo já tinha o laudo, vídeos e fotos.
LORD RIBEIRO
11 meses atrás
★★★★★
O Dr. Hector dispensa comentários. O melhor atendimento do mundo!!! Eu e minha esposa amamos cada detalhe e toda atenção. Obrigado por tudo ao Dr. e a toda equipe ♥️
Marcelle Medeiros
9 meses atrás
★★★★★
Fizemos todo o acompanhamento da gestação da minha filha e o parto com o dr Hector e sua equipe e tudo que posso falar é que sou extremamente grata por tudo!! Dr Hector e sua equipe são incríveis! Eu poderia ficar um tempo aqui só falando coisas boas! O acompanhamento da gestação da minha filha e o parto foram sonhos realizados, uma benção que trouxe paz pro meu coração diante de tantos medos… Eu e meu marido somos muito gratos 🙏🏻 Dr Hector e equipe, que Deus abençoe sempre vocês e que o consultório MedFem continue sempre oferendo o melhor pois isso fez e faz toda diferença. Muita muita muita gratidão 🙏🏻 ❤️❤️❤️
Rowana R.P. Catrinque
11 meses atrás
★★★★★
Desde o primeiro atendimento foi um show de gentileza. O local é seguro e extremamente limpo/ organizado. O flow do agendamento ao pagamento é rápido e objetivo. As consultas / exames são primorosos e demandam um atendimento cadenciado que qualquer gestante sonha em receber. Enfim, um investimento certo com a surpresa de lhe dar com pessoas (secretárias e médico) humanos e eficientes. Agradecemos de forma específica ao Dr Hector Burbano que sinceramente prática a medicina porque ama e trata seus pacientes de forma próxima e calorosa sem perder de vista seu profissionalismo e expertise.
Lilian Duarte Diego
um ano atrás
★★★★★
Extremamente satisfeita com o atendimento realizado, desde a recepção . O Dr Hector foi como um anjo em nosso caminho, e com sua extrema competência , nos deixou bem confiantes e tranquilos para enfrentar uma gravidez um pouco mais difícil.. Fora o equipamento de última geração , que foi crucial no resultado do exame! Nota 1000 em tudo! Que Deus o abençoe e recompense nessa linda missão que ele exerce na medicina.
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Começa muito antes do que quase todo mundo imagina

Menopausa é uma data, não uma fase: é o marco da última menstruação, reconhecido só depois de doze meses sem ela. O que se vive é o climatério, e ele começa anos antes desse marco.

Essa é a parte que quase ninguém explica, e ela responde muita coisa. É comum que a mulher entre nesse período por volta dos quarenta e poucos anos, ainda menstruando com regularidade aparente, e comece a sentir sono ruim, irritação diferente da habitual, dificuldade de concentração e queda de libido. Como ela ainda menstrua, nada disso é associado a hormônio.

O resultado é conhecido: essa mulher passa anos achando que está esgotada, mal com o trabalho ou deprimida, e recebe conselhos sobre rotina em vez de investigação. A perimenopausa, que é o nome dessa etapa, virou uma das buscas que mais crescem no Brasil justamente porque muita gente está descobrindo tarde que era isso.

Os sintomas, e por que reduzir tudo ao calor atrasa o diagnóstico

A onda de calor é o símbolo do climatério, mas está longe de ser o principal, e muita mulher demora a procurar ajuda porque não tem calor nenhum e conclui que não é isso.

  • Sono que quebra no meio da noite, com dificuldade de voltar a dormir
  • Irritabilidade, ansiedade e choro fácil que não combinam com o seu normal
  • Névoa mental: esquecer palavra, perder o fio, custar a concentrar
  • Ciclos que mudam de intervalo, de volume ou dos dois
  • Ressecamento íntimo, ardência e dor na relação
  • Queda de libido, que raramente aparece sozinha
  • Mudança na distribuição de peso mesmo sem mudar a rotina
  • Dores articulares, cabelo mais fino, pele mais seca
  • Infecções urinárias que passam a se repetir
  • Ondas de calor e suores noturnos

Não é preciso ter todos, e a intensidade varia muito de uma mulher para outra. O que importa é que essa lista tenha para onde ser levada, em vez de virar reclamação dispersa em consultas diferentes.

A consulta investiga antes de tratar

Existe um caminho curto e comum, que é sair da primeira consulta com uma receita de hormônio. E existe o caminho que funciona, que começa entendendo o que está acontecendo com você especificamente.

Nem todo sintoma dessa fase é hormonal. Tireoide alterada, anemia, deficiência de vitaminas, quadros de sono e quadros de humor produzem sintomas muito parecidos, e tratar como climatério o que é outra coisa mantém você mal com a sensação de que nada funciona.

A consulta reúne a sua história, o padrão dos seus ciclos, o que você já tentou, seus antecedentes pessoais e familiares, e os exames que fizerem sentido para o seu caso. Quando há sangramento fora do padrão, o ultrassom transvaginal entra para avaliar o endométrio, e é feito no próprio consultório. Se a suspeita for de menopausa mais cedo do que o esperado, a contagem de folículos antrais ajuda a compor o quadro.

Reposição hormonal: para quem serve, e para quem não serve

Este é o assunto mais cercado de promessa e de medo ao mesmo tempo, e ele merece ser tratado com honestidade nos dois sentidos.

A terapia hormonal é, para muitas mulheres, o tratamento mais eficaz dos sintomas do climatério, e recusá-la por medo genérico faz muita gente atravessar anos difíceis sem necessidade. Ao mesmo tempo, ela não é para todo mundo, e prometer o contrário é irresponsável.

Existem situações em que ela não é indicada, e existem outras em que exige avaliação cuidadosa antes de qualquer decisão. Histórico pessoal de câncer de mama, doença hepática ativa, sangramento uterino sem causa esclarecida, histórico de trombose e alguns quadros cardiovasculares mudam completamente a conversa. O momento em que se começa também pesa, e essa é uma variável que costuma ser ignorada.

Por isso a resposta honesta para a pergunta que trouxe você aqui é que ela depende de você. O que se pode garantir é o processo: a decisão é tomada com a sua história na mesa, com os riscos ditos em voz alta e não escondidos em letra miúda, e com você entendendo por que está fazendo, por quanto tempo e o que será reavaliado no caminho.

E vale dizer o que a terapia hormonal não é: não é tratamento antienvelhecimento, não é promessa estética e não é decisão que se toma pela internet, com base no que funcionou para outra pessoa.

O que muda além do hormônio

Uma parte importante do acompanhamento não tem nada a ver com receita, e é a parte que segue valendo mesmo para quem não vai fazer reposição.

O climatério é a virada em que a saúde óssea e a saúde cardiovascular passam a exigir atenção diferente, porque a proteção que o estrogênio oferecia diminui. É o momento certo de rastrear o que precisa ser rastreado, olhar pressão, glicemia e perfil lipídico com outros olhos, e organizar sono, força muscular e alimentação com objetivo clínico, não estético.

Nada disso é conselho genérico de bem-estar. É a diferença entre atravessar essa fase administrando sintoma e atravessá-la cuidando do que vem depois dela, que são décadas de vida.

Saúde íntima, que é o assunto que mais fica de fora

Ressecamento, ardência, dor na relação e infecções urinárias de repetição estão entre os sintomas mais frequentes dessa fase e entre os menos falados, por um motivo simples: é constrangedor levantar o assunto quando a consulta tem doze minutos e o médico já está imprimindo o pedido de exame.

Aqui isso entra na conversa sem você precisar puxar. É queixa clínica, tem investigação própria e tem conduta, inclusive local, e não é algo que se resolve aceitando.

Vale insistir num ponto: esses sintomas tendem a progredir quando não são tratados, ao contrário das ondas de calor, que costumam melhorar com o tempo. Deixar para depois, nesse caso específico, custa caro.

Consulta com tempo, e exame no mesmo lugar

O Dr. Héctor é ginecologista e obstetra, e o consultório na Barra da Tijuca é também centro de ultrassonografia, com equipamento GE Voluson Expert 22.

Para esta fase, isso tem uma consequência prática: quando a investigação pede ultrassom, ele acontece ali, muitas vezes na mesma visita, com quem consultou você. Você não sai com um pedido de exame para agendar em outro lugar e voltar semanas depois para mostrar um laudo a alguém que mal lembra do seu caso.

O acompanhamento ginecológico geral, fora do recorte do climatério, está na página de ginecologista na Barra da Tijuca. E se a investigação apontar para miomas ou cistos, que são frequentes nessa faixa etária, a avaliação também é feita aqui.

La consulta también puede hacerse completamente en español: el Dr. Héctor es hispanohablante.

Valor da consulta e convênio

Os valores da consulta, assim como as condições de convênio e de reembolso, são informados diretamente pelo WhatsApp do consultório. Se você já tem exames de sangue recentes ou laudos anteriores, mencione: eles adiantam bastante a primeira conversa.

Vale dizer na mensagem se a sua procura é por causa de sintomas específicos ou se é para entender o que está acontecendo antes de decidir qualquer coisa. As duas são razões legítimas para marcar.

Atendimento na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com agendamento pelo WhatsApp.

Sobre menopausa e climatério

Ainda menstruo. Pode ser climatério?

Pode, e é justamente o caso mais confundido. O climatério começa anos antes da última menstruação, e nessa etapa, chamada perimenopausa, os ciclos costumam continuar acontecendo, ainda que mudando de intervalo ou de volume. Sono ruim, irritabilidade, névoa mental e queda de libido em quem ainda menstrua são motivo suficiente para investigar.

Não tenho onda de calor. Mesmo assim pode ser?

Pode. A onda de calor virou o símbolo do climatério, mas está longe de ser obrigatória, e muita mulher demora a procurar ajuda por causa disso. Sono, humor, concentração, libido, ressecamento íntimo e mudança nos ciclos aparecem com a mesma frequência e às vezes vêm antes.

Reposição hormonal causa câncer?

Não é uma resposta de sim ou não, e desconfie de quem der uma. O risco depende do tipo de hormônio, da via de administração, da sua idade, de quanto tempo faz que a menopausa começou e sobretudo do seu histórico pessoal e familiar. Existem situações em que a terapia não é indicada, como histórico pessoal de câncer de mama. É exatamente por isso que a avaliação vem antes da prescrição, com os riscos ditos com clareza e a decisão tomada com você.

Toda mulher precisa fazer reposição hormonal?

Não. Muitas atravessam o climatério com sintomas leves e não precisam de terapia hormonal, e para elas o acompanhamento se concentra em sono, saúde óssea, saúde cardiovascular e nos sintomas locais. A reposição é uma possibilidade a ser avaliada, não uma etapa obrigatória da vida.

Reposição hormonal engorda?

A mudança na distribuição de peso é um efeito do próprio climatério, não da terapia, e é comum acontecer antes de qualquer tratamento começar. A terapia hormonal não é tratamento para emagrecer nem para engordar, e quem promete um dos dois está vendendo outra coisa.

Com que idade a menopausa costuma chegar?

Na maioria das mulheres acontece entre o fim dos quarenta e o começo dos cinquenta anos, mas a variação individual é grande e o histórico familiar ajuda a antecipar o cenário. Quando os sintomas aparecem bem antes disso, vale investigar, porque menopausa precoce tem implicações próprias e muda a conduta.

Acompanho com ginecologista ou com endocrinologista?

O climatério faz parte da ginecologia e é acompanhado pelo ginecologista, que já conhece o seu histórico, faz o rastreio de rotina e avalia útero e ovários quando necessário. Alguns casos com doenças associadas se beneficiam de acompanhamento conjunto com outras especialidades, e isso é combinado quando fizer sentido.

Dor na relação e ressecamento têm tratamento?

Têm, e é um dos assuntos que mais fica de fora da consulta por constrangimento. Existe investigação própria e existem condutas, inclusive locais. Vale saber que esses sintomas específicos tendem a progredir quando não são tratados, ao contrário das ondas de calor, que costumam melhorar com o tempo.

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