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Ultrassom pélvico: por cima ou por dentro?

Essa é a dúvida que quase toda mulher tem ao receber o pedido, e quase ninguém explica antes. As duas vias existem, avaliam os mesmos órgãos e servem a situações diferentes. Entender qual é a sua evita o erro mais comum: chegar ao exame com o preparo errado e ter que voltar outro dia.

Dr. Héctor Burbano · CRM-RJ 1147846 · RQE nº 51467 em Ginecologia e Obstetrícia
Dr. Héctor Burbano, ginecologista e obstetra, no consultório na Barra da Tijuca

Dr. Héctor Burbano

Ginecologia, Obstetrícia e Medicina Fetal

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Quem já confiou essa fase a ele

Escolher quem vai acompanhar uma gestação é decisão de confiança, e confiança não se promete, se conta. Estas são experiências de quem já fez essa escolha, escritas por elas mesmas.

5,0de média em 272 avaliações públicas no Google
MrCaiobelfort
um mês atrás
★★★★★
Uma experiência sensacional! Diferente de tudo que ja fizemos antes. Uma atenção, cuidado, tecnologia de ponta, conhecimento dos profissionais que passa segurança! Nosso primeiro filho fomos atendidos pelo Dr Héctor e agora no nosso segundo fizemos questão de voltar aqui por toda a experiência que tivemos da última vez
Sue Respinger
um mês atrás
★★★★★
Experiência única para uma gestante. Médico atencioso, cuidadoso, profissional nota um milhão. Todo pré natal com ele, todos morfológico sempre muito empático, qualidade dos aparelhos os melhores do Brasil. Inteligente, humano. Recomendo!!!
Agência Brive
um mês atrás
★★★★★
Fui à clínica Med Fem e a experiência foi sensacional. Toda a equipe foi muito gentil e atenciosa conosco, tive total clareza com os meus exames e muito bem acolhida com o Dr Hector.
Antonio Augusto
4 semanas atrás
★★★★★
Chegamos à clínica na 21ª semana de gestação, vivendo uma situação extremamente difícil e buscando atendimento com equipamentos de última geração e um profissional especializado em Medicina Fetal. Apesar de o prognóstico não ser dos melhores, fomos, acima de tudo, **acolhidos** — e, em momentos difíceis, isso vale tanto quanto as próprias soluções. Hoje, estamos entrando na 32ª semana e, em uma reviravolta abençoada, nossa menina está crescendo e progredindo como em uma gestação normal. Obrigado, Dr. Hector, pela simpatia, cordialidade e competência. Você e toda a equipe serão sempre lembrados com muito carinho e gratidão.
Sean Lacerda
um mês atrás
★★★★★
Sempre muito atencioso e profissional! Dr. Hector é excelente! Os pais poderem ver a criança com tanto detalhe e informações é um diferencial único!
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Mostramos as mais recentes, sem escolher as melhores.

O que o exame avalia

O ultrassom pélvico é o exame de imagem básico da ginecologia. Ele olha os órgãos que ocupam a pelve feminina e responde as perguntas mais frequentes da rotina e das queixas.

  • O útero: tamanho, formato, posição e a presença de nódulos
  • O endométrio, que é a camada interna do útero, e sua espessura
  • Os ovários: tamanho, aspecto e a presença de cistos ou folículos
  • As trompas, quando estão visíveis, o que nem sempre acontece
  • Presença de líquido livre na pelve

É o exame pedido para investigar cólica intensa, sangramento fora do período, atraso menstrual, dor pélvica, suspeita de mioma ou cisto, e também na rotina de acompanhamento ginecológico. Quando a suspeita é endometriose, existe um exame dirigido para isso, o mapeamento de endometriose, que segue protocolo próprio.

Órgão por órgão, o que o exame procura em cada um

A lista acima diz o que é olhado. Vale explicar o que se procura em cada estrutura, porque é isso que transforma o laudo de um texto cheio de termos em algo que você entende.

  • O útero: a posição em que ele repousa na pelve, que varia naturalmente de mulher para mulher e não é problema, além do tamanho, do formato e do contorno da parede externa
  • O miométrio, que é a parede muscular do útero: se o músculo é homogêneo ou se existem nódulos, que é onde os miomas aparecem, e onde cada nódulo está em relação à parede
  • O endométrio, a camada interna que se renova a cada ciclo: a espessura e o aspecto. Esses dois mudam ao longo do mês, ficam finos logo depois da menstruação e mais espessos na segunda metade do ciclo, e por isso o mesmo achado pode ser esperado numa fase e merecer atenção em outra. É a razão de o dia do exame às vezes ser combinado
  • A cavidade uterina, que é o espaço interno: se está livre ou se há algo ocupando, como um pólipo ou um mioma que avança para dentro dela
  • O colo do útero: aspecto e presença de cistos pequenos, achado comum e sem importância, e, na gestação, o comprimento
  • Os ovários, avaliados um a um: se estão visíveis, onde estão, o volume de cada um e o conteúdo, que inclui folículos em crescimento, corpo lúteo depois da ovulação e eventuais cistos
  • O fundo de saco, o ponto mais baixo da pelve: a presença de líquido livre, que em pequena quantidade faz parte do normal em certas fases do ciclo e em outras quantidades pede leitura junto com os seus sintomas

Quando o pedido inclui Doppler, o aparelho passa a mostrar também o sangue circulando, e não só a forma das estruturas. Isso ajuda a caracterizar um nódulo ou um cisto pelo padrão de vascularização, a avaliar o fluxo das artérias que irrigam o útero e, em quadros de dor aguda, a verificar se um ovário está recebendo sangue normalmente. É o mesmo exame com um recurso a mais ligado, sem mudar nada para você.

O que o ultrassom pélvico não responde

O exame descreve forma, tamanho, textura e, com Doppler, circulação. Ele não analisa células: não substitui o preventivo e não dá o nome definitivo de um achado que precise de análise de tecido.

As trompas costumam não aparecer quando estão normais, o que significa que não vê-las no exame é comum e não é sinal de problema. E o exame não afasta endometriose sozinho, porque essa investigação exige protocolo dirigido e preparo próprio.

O que ele entrega é uma descrição precisa do que está lá, com medidas registradas para comparação futura. A conduta vem da leitura disso junto com a sua história e os seus sintomas.

As duas vias, e por que a escolha não é aleatória

A diferença entre elas é distância, e distância em ultrassom significa nitidez.

Na via abdominal, o transdutor passa por cima da barriga. O som precisa atravessar pele, gordura e alças intestinais antes de chegar ao útero, e cada camada rouba definição. Em compensação, ela é indolor, não exige nada além do gel e dá uma visão panorâmica boa, útil quando existe um mioma grande ou um útero aumentado que não caberia inteiro no campo da outra via.

Na via transvaginal, o transdutor fica a poucos centímetros dos órgãos, e a imagem ganha um nível de detalhe que a via abdominal não alcança. É por isso que ela é a via de escolha quando a pergunta clínica exige precisão: endométrio, ovários, cistos pequenos, início de gestação.

Se o seu pedido não especifica, o próprio exame define: começa pela via adequada ao seu caso e, quando necessário, complementa pela outra. As duas usam o mesmo aparelho e acontecem na mesma consulta.

A confusão da bexiga, que faz muita gente voltar outro dia

Este é o ponto mais prático desta página, e o que mais gera exame perdido. Os preparos das duas vias são opostos, e trocar um pelo outro inviabiliza o exame.

  • Via abdominal, bexiga CHEIA: ela empurra o intestino para o lado e funciona como janela para o som chegar ao útero. Sem ela, quase não se vê nada
  • Via transvaginal, bexiga VAZIA: aqui o transdutor já está perto dos órgãos, e a bexiga cheia atrapalha em vez de ajudar, além de deixar o exame desconfortável
  • Nenhuma das duas exige jejum
  • Se houver dúvida sobre qual via o seu caso pede, pergunte pelo WhatsApp antes: a orientação de preparo é dada no agendamento

Regra prática para lembrar: por fora, cheia; por dentro, vazia. Se o seu pedido prevê as duas vias, a orientação é chegar com a bexiga cheia, fazer a via abdominal primeiro e esvaziar antes da transvaginal.

Quando cada via costuma ser indicada

Não existe via melhor, existe a adequada para a pergunta e para a pessoa.

  • Abdominal para adolescentes e para mulheres que nunca tiveram relação sexual
  • Abdominal quando há mioma volumoso ou útero muito aumentado, para caber no campo
  • Transvaginal para avaliar o endométrio com precisão
  • Transvaginal para investigar ovários, cistos pequenos e contagem de folículos
  • Transvaginal no início da gestação, quando ainda é cedo para a via abdominal mostrar com clareza
  • As duas juntas, quando o caso pede panorâmica e detalhe

Se você tem alguma restrição ou preferência quanto à via transvaginal, diga no agendamento. Isso é considerado no planejamento do exame, não descoberto na hora.

Quem faz o exame é quem conversa sobre ele

Ultrassom pélvico é um exame simples de fazer e nem tão simples de interpretar: a diferença entre um cisto funcional que vai sumir sozinho no próximo ciclo e algo que merece acompanhamento está no detalhe da imagem e na leitura de quem examina.

O Dr. Héctor é ginecologista e obstetra com atuação em Medicina Fetal, e o exame é feito por ele em aparelho GE Voluson Expert 22. Como o consultório é também consultório de ginecologia, o achado do exame pode virar conduta na mesma visita, em vez de virar mais um laudo para você levar a outro lugar.

Valor do ultrassom pélvico e reembolso

O atendimento é particular, e o consultório emite nota fiscal para você solicitar reembolso ao seu plano. Os valores são informados diretamente pelo WhatsApp. Informe o que está escrito no seu pedido médico, porque isso define a via e a orientação de preparo que você vai receber.

Atendimento na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, com agendamento pelo WhatsApp.

Tecnologia de ponta em um espaço acolhedor.

Sala de ultrassonografia preparada para que cada exame seja uma experiência memorável para a família.

Sala de ultrassonografia com a imagem do bebê projetada em tela grande e iluminação ambienteTela de projeção com a imagem do bebê ao lado do aparelho de ultrassomSala de exame com iluminação azul e a imagem do bebê em tela grandeMesa com poltronas para a família acompanhar o exame, ao lado do aparelho de ultrassom

Sobre ultrassom pélvico

Ultrassom pélvico precisa de bexiga cheia?

Depende da via. Pela via abdominal, sim: a bexiga cheia funciona como janela para o som chegar ao útero. Pela via transvaginal, ao contrário, a bexiga deve estar vazia. Se o seu pedido prevê as duas, chegue com a bexiga cheia, faça a abdominal primeiro e esvazie antes da transvaginal.

Qual a diferença entre ultrassom pélvico e transvaginal?

São o mesmo exame por vias diferentes. O pélvico por via abdominal passa por cima da barriga e dá visão panorâmica; o transvaginal chega perto dos órgãos e entrega muito mais detalhe. A escolha depende da pergunta clínica e do seu caso.

Quem nunca teve relação sexual pode fazer?

Sim, pela via abdominal, que é justamente a indicada nessa situação. Avise no agendamento para o exame ser planejado assim desde o começo e para você receber a orientação certa de preparo.

Precisa de jejum?

Não. Nenhuma das duas vias exige jejum. O único preparo é o da bexiga, e ele muda conforme a via: cheia para a abdominal, vazia para a transvaginal.

Posso fazer menstruada?

Pode, e em algumas investigações o exame é pedido justamente em um dia específico do ciclo. Antes de desmarcar por conta própria, confirme pelo WhatsApp, porque pode ser que o seu caso peça exatamente essa data.

O exame detecta mioma e cisto?

Sim, é o exame de primeira linha para os dois. Ele mostra tamanho, localização e características, informação que orienta se o caso pede acompanhamento ou conduta. O resultado é conversado com você na hora do exame.

Quanto custa o ultrassom pélvico?

O atendimento é particular, com valor informado pelo WhatsApp antes do agendamento e nota fiscal emitida para o pedido de reembolso. Ao agendar, avise qual via foi solicitada no seu pedido, porque o preparo muda de uma para a outra.

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