Se um exame do primeiro trimestre veio alterado, existe um caminho que não obriga você a atravessar mais um mês de dúvida. A biópsia de vilo corial dá diagnóstico a partir das 11 semanas, quando a única alternativa seria esperar até as 16 para fazer a amniocentese.

Dr. Héctor Burbano
Ginecologia, Obstetrícia e Medicina Fetal
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Escolher quem vai acompanhar uma gestação é decisão de confiança, e confiança não se promete, se conta. Estas são experiências de quem já fez essa escolha, escritas por elas mesmas.
Uma experiência sensacional! Diferente de tudo que ja fizemos antes. Uma atenção, cuidado, tecnologia de ponta, conhecimento dos profissionais que passa segurança! Nosso primeiro filho fomos atendidos pelo Dr Héctor e agora no nosso segundo fizemos questão de voltar aqui por toda a experiência que tivemos da última vez
Experiência única para uma gestante. Médico atencioso, cuidadoso, profissional nota um milhão. Todo pré natal com ele, todos morfológico sempre muito empático, qualidade dos aparelhos os melhores do Brasil. Inteligente, humano. Recomendo!!!
Fui à clínica Med Fem e a experiência foi sensacional. Toda a equipe foi muito gentil e atenciosa conosco, tive total clareza com os meus exames e muito bem acolhida com o Dr Hector.
Chegamos à clínica na 21ª semana de gestação, vivendo uma situação extremamente difícil e buscando atendimento com equipamentos de última geração e um profissional especializado em Medicina Fetal. Apesar de o prognóstico não ser dos melhores, fomos, acima de tudo, **acolhidos** — e, em momentos difíceis, isso vale tanto quanto as próprias soluções. Hoje, estamos entrando na 32ª semana e, em uma reviravolta abençoada, nossa menina está crescendo e progredindo como em uma gestação normal. Obrigado, Dr. Hector, pela simpatia, cordialidade e competência. Você e toda a equipe serão sempre lembrados com muito carinho e gratidão.
Sempre muito atencioso e profissional! Dr. Hector é excelente! Os pais poderem ver a criança com tanto detalhe e informações é um diferencial único!
Mostramos as mais recentes, sem escolher as melhores.
A placenta se forma a partir das mesmas células que formam o bebê, e é por isso que ela guarda a mesma informação genética. Os vilos coriônicos são as pequenas projeções da placenta em formação, parecidas com raízes finíssimas, que fazem a troca entre o seu sangue e o do bebê.
A biópsia recolhe uma amostra mínima desse tecido. Como ele carrega o mesmo material genético do bebê, analisá-lo responde às mesmas perguntas que a análise do líquido amniótico responderia, só que semanas antes, porque a placenta já está formada quando o líquido ainda não permite coleta segura.
É esse detalhe de biologia que faz o exame existir: não é uma versão alternativa da amniocentese, é a forma de obter a mesma resposta numa fase em que a outra ainda não é possível.
Quem recebeu um rastreamento alterado no primeiro trimestre, seja uma translucência nucal aumentada ou um teste de DNA fetal com resultado de risco, vive uma espera muito específica: cada dia carrega a mesma dúvida, e ela não deixa a gestação seguir.
A diferença entre ter a resposta com 12 semanas ou com 17 não é apenas de calendário. São semanas de sono, de conversa em casa, de decisões que ficam suspensas. Para famílias que precisarão de planejamento, seja preparo emocional, acompanhamento especializado ou definição do local do parto, começar antes muda a qualidade de tudo o que vem depois.
E quando o resultado é tranquilizador, que é o desfecho mais comum, você recupera o primeiro trimestre em vez de perdê-lo para a ansiedade.
O procedimento acontece no consultório, com o ultrassom guiando cada etapa.
A sensação mais relatada é de pressão e de cólica breve. Repouso relativo nas horas seguintes costuma ser orientado, com as instruções específicas do seu caso dadas antes e depois.
Todo procedimento invasivo na gestação envolve risco de perda gestacional, e a biópsia de vilo corial não é exceção. O risco é pequeno, e como em toda técnica dependente de operador, ele está diretamente ligado à experiência de quem realiza.
Esta página não publica porcentagens e não afirma que este exame é mais ou menos seguro que a amniocentese. Comparar risco entre procedimentos exige contexto clínico individual, e uma frase genérica na internet não substitui isso. O número aplicável ao seu caso, e a comparação honesta entre as opções disponíveis para a sua semana, são apresentados por quem vai realizar o exame, antes de qualquer consentimento.
O que vale dizer aqui é o que ninguém diz: você tem direito a essa conversa completa, sem pressa e sem sentir que está atrasando a agenda de alguém.
Por analisar material genético do próprio bebê, o exame entrega diagnóstico e não probabilidade.
Quais análises serão feitas no material é definido antes, com você e com o seu obstetra, a partir do motivo da indicação. Em situações específicas, um achado do vilo pode pedir confirmação posterior por amniocentese, e isso também é explicado antes, não descoberto depois.
Procedimento invasivo em gestação de 12 semanas é dos atos mais dependentes de técnica em toda a medicina fetal: a placenta é pequena, o bebê é pequeno, e tudo é conduzido pela imagem em tempo real.
O Dr. Héctor é ginecologista e obstetra com atuação em Medicina Fetal, e é ele quem conduz o procedimento do começo ao fim. Não é um exame delegado a terceiros dentro de uma estrutura maior: é o mesmo médico que avalia, que explica, que realiza e que devolve o resultado.
E é ele quem conversa com você quando o resultado sair, seja qual for a resposta, com o próximo passo definido junto ao seu obstetra.
O atendimento é particular, e o consultório emite nota fiscal para você solicitar reembolso ao seu plano. Os valores do procedimento e das análises são informados pelo WhatsApp. Informe a sua semana de gestação e o motivo da indicação: os dois definem se o vilo corial é o exame indicado para agora e quais análises entram.
Atendimento na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, com agendamento pelo WhatsApp.
É a coleta de uma amostra mínima de tecido da placenta em formação, os vilos coriônicos, para análise genética. Como a placenta tem a mesma informação genética do bebê, o exame dá diagnóstico de alterações cromossômicas já no primeiro trimestre.
De 11 semanas até 13 semanas e 6 dias. É justamente essa janela que diferencia o exame: a amniocentese só é possível a partir das 16 semanas, então o vilo corial é o caminho para quem precisa de resposta antes. E o limite é exato: quem está em 13 semanas e 5 dias ainda está dentro.
Não existe melhor em absoluto: existe o indicado para a sua semana e para o seu caso. A escolha depende da idade gestacional, do motivo da indicação e do que se quer analisar, e é feita em conversa antes do agendamento, com as duas opções apresentadas honestamente.
A sensação mais relatada é de pressão e de uma cólica breve, não de dor aguda. O procedimento é rápido e você fica em repouso por um período curto antes de ir para casa no mesmo dia.
O risco de perda gestacional existe e é pequeno, e está diretamente relacionado à experiência de quem realiza. O número aplicável ao seu caso é apresentado por quem vai fazer o exame, antes do consentimento, junto com a comparação honesta entre as opções disponíveis para a sua semana.
O exame costuma vir de uma indicação do seu obstetra ou de um resultado alterado, e traga esses documentos. Mas você pode entrar em contato diretamente para entender se ele se aplica ao seu caso: a conversa antes do agendamento faz parte do processo.
Atendimento na Barra da Tijuca, com o mesmo médico do início ao fim do acompanhamento. Fale diretamente pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes de marcar.
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Barra da Tijuca - Rio de Janeiro