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Medida do colo uterino: o exame existe para dar tempo, não para assustar

Se o seu médico pediu a medida do colo, ou se você leu a palavra curto num laudo e o chão sumiu, comece por aqui: essa medida é feita justamente porque, quando o colo se encurta, existe uma janela em que dá para agir. Ela não cria o problema. Ela encontra a tempo o que antes só aparecia tarde demais.

Dr. Héctor Burbano · CRM-RJ 1147846 · RQE nº 58450 em Medicina Fetal · Certificado pela Fetal Medicine Foundation, Londres

Quem já confiou essa fase a ele

Escolher quem vai acompanhar uma gestação é decisão de confiança, e confiança não se promete, se conta. Estas são experiências de quem já fez essa escolha, escritas por elas mesmas.

4,9de média em 218 avaliações públicas no Google
Isabela Ribeiro dos Santos Almada
9 meses atrás
★★★★★
Meu marido eu escolhemos a Medfem muito por conta do material de divulgação e dos comentários muito positivos, então nada mais justo participar agora, hehe. O ambiente da clínica é muito acolhedor, assim como a Fernanda, que nos recepcionou maravilhosamente bem, tanto pelo whatsaap quanto presencialmente. Fomos atendidos no horário pelo doutor Hector, profissional competente e muito simpático, nos deixou super à vontade. E o exame foi demorado pq minha bebê não queria colaborar muito em aparecer, mas ainda assim ele teve o jeito e muita paciência para conseguirmos concluir. Recomendaria de olhos fechados, o preço é ótimo e vale super a pena a lembrança. Fiz ontem meu exame e ontem mesmo já tinha o laudo, vídeos e fotos.
LORD RIBEIRO
11 meses atrás
★★★★★
O Dr. Hector dispensa comentários. O melhor atendimento do mundo!!! Eu e minha esposa amamos cada detalhe e toda atenção. Obrigado por tudo ao Dr. e a toda equipe ♥️
Marcelle Medeiros
9 meses atrás
★★★★★
Fizemos todo o acompanhamento da gestação da minha filha e o parto com o dr Hector e sua equipe e tudo que posso falar é que sou extremamente grata por tudo!! Dr Hector e sua equipe são incríveis! Eu poderia ficar um tempo aqui só falando coisas boas! O acompanhamento da gestação da minha filha e o parto foram sonhos realizados, uma benção que trouxe paz pro meu coração diante de tantos medos… Eu e meu marido somos muito gratos 🙏🏻 Dr Hector e equipe, que Deus abençoe sempre vocês e que o consultório MedFem continue sempre oferendo o melhor pois isso fez e faz toda diferença. Muita muita muita gratidão 🙏🏻 ❤️❤️❤️
Rowana R.P. Catrinque
11 meses atrás
★★★★★
Desde o primeiro atendimento foi um show de gentileza. O local é seguro e extremamente limpo/ organizado. O flow do agendamento ao pagamento é rápido e objetivo. As consultas / exames são primorosos e demandam um atendimento cadenciado que qualquer gestante sonha em receber. Enfim, um investimento certo com a surpresa de lhe dar com pessoas (secretárias e médico) humanos e eficientes. Agradecemos de forma específica ao Dr Hector Burbano que sinceramente prática a medicina porque ama e trata seus pacientes de forma próxima e calorosa sem perder de vista seu profissionalismo e expertise.
Lilian Duarte Diego
um ano atrás
★★★★★
Extremamente satisfeita com o atendimento realizado, desde a recepção . O Dr Hector foi como um anjo em nosso caminho, e com sua extrema competência , nos deixou bem confiantes e tranquilos para enfrentar uma gravidez um pouco mais difícil.. Fora o equipamento de última geração , que foi crucial no resultado do exame! Nota 1000 em tudo! Que Deus o abençoe e recompense nessa linda missão que ele exerce na medicina.
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O que exatamente é medido

O colo do útero é a parte mais baixa do útero, a que se conecta com a vagina. Durante quase toda a gestação ele fica fechado e firme, e só perto do nascimento começa a amolecer e a encurtar. É assim que deve ser.

O que o exame faz é medir o comprimento desse colo. É uma medida, não um exame separado: ela acontece dentro do ultrassom transvaginal, leva segundos e é feita com a bexiga vazia, sem preparo nenhum e sem dor.

O que se procura é um encurtamento que esteja acontecendo cedo demais, antes do momento em que ele faria sentido. Não é o tamanho em si que conta a história, é o tamanho no contexto de quantas semanas você tem, do que já aconteceu em gestações anteriores e de quantos bebês estão ali.

Colo curto quase nunca dá sintoma, e é por isso que ele é medido

Esta é uma das buscas mais frequentes sobre o assunto, e a resposta honesta é desconfortável: na maioria das vezes, o colo se encurta em silêncio. Sem dor, sem sangramento, sem nada que você pudesse ter percebido e não percebeu.

Isso costuma vir acompanhado de uma culpa que não tem cabimento. Não existe algo que você deveria ter sentido. É por essa ausência de aviso que a medida existe: ela substitui um sintoma que não vai chegar por uma informação que chega antes.

Existem, sim, sinais que pedem atendimento imediato em qualquer gestação, e vale conhecê-los. Nenhum deles significa necessariamente colo curto, e a leitura correta é a oposta: são motivos para ser avaliada, não para se autodiagnosticar.

  • Pressão ou peso na região baixa da barriga, como se algo estivesse descendo
  • Cólicas que voltam de forma ritmada, mesmo que fracas
  • Dor lombar contínua diferente do seu incômodo habitual
  • Mudança importante no corrimento, principalmente se ficar mais líquido
  • Qualquer sangramento

Se algum desses aparecer, procure atendimento no mesmo dia. Não espere a próxima consulta marcada e não tente decidir sozinha se é grave.

Se a sua medida veio curta

A pergunta que quase toda mulher digita depois de receber esse laudo é se o colo pode voltar a crescer. A resposta sincera é que o encurtamento não costuma se desfazer sozinho, e prometer o contrário seria enganar você numa hora em que você precisa de informação de verdade.

Mas essa não é a informação mais importante, e é aqui que a maioria dos textos para. O que muda o rumo não é o colo voltar ao que era. É o que passa a ser feito a partir do momento em que a medida aparece.

Existem condutas para essa situação, e elas vão de medicação a procedimento, como a cerclagem. Qual delas se aplica ao seu caso, ou se alguma se aplica, depende de quantas semanas você tem, do seu histórico, de quantos bebês são e do conjunto do que está sendo acompanhado. Essa escolha é do médico que acompanha a sua gestação, feita com você e explicada com tempo, e não algo que se decide por um número lido na internet.

O que se pode dizer com segurança é o seguinte: uma medida curta identificada cedo abre opções que uma medida nunca feita não abre. Foi para isso que ela foi pedida.

Por que você não vai encontrar o número de referência aqui

Esta é uma decisão editorial deliberada, e ela merece explicação em vez de silêncio.

O valor considerado adequado muda conforme as semanas de gestação, conforme o seu histórico obstétrico e conforme a gestação seja de um bebê ou de mais de um. O mesmo número pode ser tranquilo em uma situação e pedir acompanhamento em outra. Publicar um valor solto transformaria esta página numa máquina de susto, com mulheres comparando o próprio laudo com um número que talvez nem se aplique a elas, num sábado à noite, sem ninguém para explicar.

O lugar do número é no laudo, ao lado da sua idade gestacional e do seu histórico, com o médico que examinou você conversando a respeito. Aqui, o exame é feito por quem também acompanha gestações, então essa conversa acontece na mesma sala, logo depois da medida, e não semanas depois com outra pessoa.

Quando o colo costuma ser medido

Na gestação que segue bem, a avaliação do colo costuma acontecer junto com o morfológico do segundo trimestre, entre 20 e 24 semanas. É a janela em que a informação ainda é útil, porque dá tempo de agir sobre ela.

Quando há histórico ou quando a primeira medida chama atenção, o exame passa a ser repetido em intervalos definidos pelo seu caso, para acompanhar se algo está mudando e em que ritmo. Nessas situações, o que importa não é uma medida isolada, é a comparação entre elas ao longo das semanas.

Esse acompanhamento mais próximo faz parte do que se descreve na página de pré-natal de alto risco.

Quem tem mais motivo para medir

Toda gestante pode ter o colo avaliado, e em várias situações essa medida deixa de ser rotina e passa a ser prioridade. As mais comuns são estas.

  • Parto prematuro em alguma gestação anterior
  • Perda gestacional no segundo trimestre
  • Gestação de gêmeos ou mais bebês
  • Cirurgia prévia no colo do útero, como a conização
  • Diagnóstico anterior de insuficiência istmocervical
  • Colo curto identificado em uma gestação passada

Se algum desses pontos é o seu caso, mencione logo na primeira consulta do pré-natal. Ele muda o calendário de exames desde o começo, e não a partir do momento em que alguém pergunta.

O transvaginal na gestação não oferece risco ao bebê

Esse medo é comum e merece resposta direta: o ultrassom transvaginal é feito rotineiramente durante a gestação e não provoca aborto, sangramento nem trabalho de parto. O transdutor avalia o colo por fora dele, sem atravessá-lo.

Não há preparo, não há jejum, e o exame é feito com a bexiga vazia, ao contrário do que muita gente imagina. A medida em si leva segundos, dentro de um exame que também já está avaliando o resto.

Se a ideia do exame ainda incomoda, e é absolutamente legítimo que incomode, a página do ultrassom transvaginal descreve o passo a passo inteiro, do que você veste ao que acontece na sala.

Quem faz o exame é quem entende o que está olhando

O Dr. Héctor é ginecologista e obstetra com atuação em Medicina Fetal, certificado pela Fetal Medicine Foundation de Londres, e o exame é feito por ele, em aparelho GE Voluson Expert 22, não por um técnico. Numa medida como essa, em que a interpretação depende inteiramente do contexto da sua gestação, isso deixa de ser detalhe.

Na prática significa que a sua dúvida é respondida ali, na hora, por quem viu a imagem. E se você faz o pré-natal no mesmo lugar, a medida entra direto no acompanhamento, sem virar um laudo que você carrega de uma sala para outra esperando alguém explicar.

Valor do exame e convênio

Os valores, assim como as condições de convênio e de reembolso, são informados diretamente pelo WhatsApp do consultório. Informe em quantas semanas você está e se já teve parto prematuro ou perda em gestação anterior: essas duas informações definem a urgência do agendamento.

Atendimento na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com agendamento pelo WhatsApp.

Sobre avaliação transvaginal do colo uterino

Colo do útero curto dá sintoma?

Na maioria das vezes, não. O encurtamento costuma acontecer em silêncio, sem dor e sem sangramento, e é exatamente por isso que a medida por ultrassom existe. Pressão na região baixa, cólicas ritmadas, mudança importante no corrimento e qualquer sangramento pedem atendimento no mesmo dia, mas nenhum deles significa necessariamente colo curto.

Colo do útero curto pode voltar a aumentar?

O encurtamento não costuma se desfazer sozinho, e seria desonesto prometer o contrário. O que muda o rumo não é o colo voltar ao que era, é o acompanhamento que passa a existir a partir do momento em que a medida aparece. Identificar cedo abre opções que uma medida nunca feita não abre.

Qual é a medida normal do colo uterino na gravidez?

Não existe um número único que sirva para todas. A referência muda conforme as semanas de gestação, o histórico obstétrico e o número de bebês na gestação. Por isso esta página não publica valores: um número fora do seu contexto gera susto, não informação. Ele deve ser lido junto com o seu caso, pelo médico que examinou você.

Com quantas semanas o colo é medido?

Na gestação que segue bem, a avaliação costuma acontecer junto com o morfológico do segundo trimestre, entre 20 e 24 semanas. Quando há histórico de parto prematuro, perda no segundo trimestre ou gestação de gêmeos, a medida começa antes e passa a ser repetida em intervalos definidos pelo caso.

O ultrassom transvaginal faz mal ao bebê?

Não. Ele é feito rotineiramente durante a gestação e não provoca aborto, sangramento nem trabalho de parto. O transdutor avalia o colo por fora, sem atravessá-lo. Não há preparo nem jejum, e o exame é feito com a bexiga vazia.

Se meu colo estiver curto, vou precisar de cerclagem?

Não necessariamente. Existem condutas diferentes para essa situação, que vão de medicação a procedimento, e qual delas se aplica depende das suas semanas, do seu histórico, de quantos bebês são e do conjunto do acompanhamento. Essa decisão é do médico que acompanha a sua gestação, tomada com você e explicada com tempo.

Preciso fazer se não tenho nenhum histórico?

A avaliação do colo faz parte da rotina do morfológico do segundo trimestre, e é justamente em quem não tem histórico que ela costuma trazer a informação inesperada. Quem já teve parto prematuro, perda no segundo trimestre, gestação de gêmeos ou cirurgia prévia no colo tem um motivo a mais para medir antes e com mais frequência.

Preciso de algum preparo?

Nenhum. Não há jejum, e o exame é feito com a bexiga vazia, ao contrário do ultrassom feito por cima da barriga. Se você tiver laudos de exames anteriores, principalmente com medidas do colo, leve: a comparação entre eles costuma valer mais do que uma medida isolada.

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